Lá pelas Angolas.

25-01-2017

Ano de 2012... muitas reportagens, muita produção televisiva, muitas horas em estúdio. Conheci um dos meus maiores amigos. Aquele amigo que é nosso aconteça o que acontecer, aquele que nos apoia. mesmo de longe... Aquele com quem estamos uma e outra vez e que voltamos a rir como ríamos antes e que sentimos que o tempo não passa pela nossa amizade, que só a fortalece.

O L é esse amigo. Lá pelas Angolas, tenho um amigo que torce muito por mim. Mas não é o único...

Há outro. Angola levou-me outra pessoa de quem gosto tanto e que não estou as vezes que deveria estar. Este é um amigo que não atura as minhas pieguices mas que é piegas quando sente saudades daqueles tempos de 2012. Mais... este amigo é um exemplo pelo enorme sacrifício que faz para estar longe da família só para lhes poder proporcionar uma vida, um futuro melhor,.. Este amigo, de quem falo agora, a quem dirijo estas palavras, é o meu "pai da televisão". O R pôs-me um teleponto e disse baixinho "vai que consegues". O R não me dava elogios fáceis, não me oferecia palavras amorosas a toda a hora mas sorria-me com os olhos e mostrava-me o quanto eu era uma das apostas dele e que se sentia orgulhoso quando eu me saía bem, só e apenas pela forma de me olhar.

Lá pelas Angolas, tenho 2 amigos do coração. Eles estão longe mas eu nunca os esqueço. As Angolas não são grandes o suficiente para me distanciarem deles, nunca. E quando ouço esta música, as Angolas não significam nada porque os sinto perto de mim.

Só para que conste... voltem depressa das Angolas ou eu atravesso o oceano a nadar para vos ver,